• YLÊ ASÉ
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CANDOMBLÉ  IJEXÁ

 

A nação de candomblé Ijexá no Sul da Bahia, com suas crenças, costumes e memórias, não desapareceu na experiência da escravidão e, nem tampouco, quando do movimento denominado de “a renascença Yorubá”, no qual devotos e estudiosos tenderam a equiparar uma diversidade de “nações” no Brasil com a assim chamada “nação Yorubá” da região do Golfo da Guiné na áfrica Ocidental. No Brasil, este aspecto contribuiu para a generalização dos grupos étnicos que se autoidentificavam como de origem Yorubá, e que se reagruparam em duas “nações”: nagô e quêto. A partir da revisão da literatura existente sobre o tema, nos deparamos com um contexto marcado por dualidades e analogias: a universalização de um modelo religioso reconhecido como tradicional, construído a partir de fluxos migratórios, de expansões e independências políticas em África; e as diferenças locais, responsáveis pela forja de identidades étnicas “primeiras” e suas cosmogonias. Abordar criteriosamente esse contexto faz-se uma condição necessária para o entendimento das rotas e raízes utilizadas na “afirmação” de uma elaborada religião num período importantíssimo da formação do Candomblé no Brasil. Consequentemente, exige uma metodologia que envolva o confronto da tradição oral com os fatos históricos fornecidos pelos estudos no âmbito das ciências sociais indicados sobre a África.

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